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Consequências do Megaterremoto no Japão.




A movimentação de placas tectônicas onde está assentado o Japão fez com que ondas gigantes de cerca de 10m se espalhassem pelo oceano pacífico atingindo até a américa do sul, tal propagação de ondas gigantes se deve pelo deslizamento destas placas fazendo com que a água da costa possa recuar e voltar com toda a força devastadora que o leitor deve ter percebido no noticiário da tv. O Japão ainda sofre com as consequências do megaterremoto de 8,9 graus de intensidade causando, até o momento deste artigo, quase 1000 mortes e mais de 700 pessoas desaparecidas.
Tsunami, denominação derivada do japonês que significa onda de porto, corresponde às ondas provocadas por deslocamento da crosta oceânica que empurra a massa de água para cima, além do deslocamento de terras e gelo ou impacto de um meteorito no mar.

Em geral, um Tsunami é formado a partir de anomalias que provocam deslocamentos de uma enorme massa de água como terremotos, deslocamentos de massa continental, erupções vulcânicas ou meteorito, esse fenômeno pode surgir sempre que ocorrer acidentes geológicos de forma repentina na superfície marinha, que faz deslizar de forma vertical a massa de água.

Grande parte dos Tsunamis ocorre no Oceano Pacífico, no entanto, nada impede que aconteça em qualquer lugar e hora. Veja vídeo mostrando como se formam os Tsunamis.



Os Tsunamis são ondas gigantescas, existem estimativas de ondas com mais de 30 metros de altura e velocidade incrível de mil quilômetros por hora, a formação de grandes ondas ocorrem também a partir de terremotos continentais, um exemplo disso foi o Grande abalo sísmico do Chile, que resultou em mortes no Havaí, que, apesar da distância, foi atingido por ondas que migraram pelo Pacífico, assim como ocorreu na última sexta feira quando o Japão foi literalmente balançado.

A NOAA - National Oceanic & Atmospheric Administration (Administração Oceânica e Atmosférica Nacional). É uma organização que faz parte do Departamento de Comércio dos Estados Unidos da América.Um órgão para assuntos sobre meteorologia, oceanos, atmosfera e clima, advertindo sobre perigos no tempo e mares, guia o uso e a proteção do oceano e de recursos litorâneos, e conduzem pesquisas para melhorar a compreensão do meio-ambiente simulou a propagação do vasto Tsunami que foi originado no Japão. Veja o vídeo abaixo:


Esse fenômeno natural é um perigo real e em muitos casos é difícil de prever, quando acontece certamente produz uma grande destruição, além de inúmeras mortes, diante disso é de fundamental importância a dispersão em todos os oceanos de equipamentos e sondas para identificar possíveis abalos e assim evacuar áreas para que pelo menos vidas humanas sejam poupadas, uma vez que prejuízos financeiros são inevitáveis nesse caso.

Créditos: NOAA, Apollo11, Brasil escola.

Terremoto no Japão com uma força de 16 mil bombas atômicas.






Um intenso terremoto de 8.9 graus de magnitude atingiu a região leste de Honshu, no Japão. O evento equivale à detonação de 16 mil bombas atômicas. De acordo com dados recebidos da Rede Sismográfica Global (Iris-GSN), o mega terremoto de foi registrado ao leste da costa de Honshu, no Japão, as 02h46, pelo horário brasileiro (11/03/2011). O tremor ocorreu a 10 quilômetros de profundidade, abaixo das coordenadas 38.00N e 142.90E, cerca de 130 km de Sendai, 178 km de Fukushima e 373 km da capital Tóquio.
Pelo menos 18 países estão sob alerta de tsunami, incluindo as ilhas do Havaí, costa oeste do Alasca, Papua Nova Guiné e costa oeste dos EUA. Também está sob atenção a costa oeste sul-americana.
Este é o maior terremoto sofrido pelo Japão na Era Moderna e apesar do país ser altamente preparado para eventos desse tipo, a magnitude do tremor é tamanha que os danos deverão ser incalculáveis.
No blog Ciências aqui!!! você monitora os tremores de terra, veja link ao lado das postagens e confira onde a terra está tremendo em tempo real, com apenas um clique você confere o que está ocorrendo com as placas tectônicas do nosso planeta.

Um terremoto de 8.9 graus de magnitude libera a mesma energia que a detonação de 16 mil bombas atômicas similares a que destruiu Hiroshima em 1945, ou a explosão de 335 milhões de toneladas de TNT.
Cinco horas após o megaterremoto que atingiu a costa leste do Japão, a região da
ruptura já contabiliza pelo menos 35 aftershocks de grande magnitude, a maioria deles ultrapassando 6.0 graus. A maior réplica foi registrada 35 minutos após o evento maior, às 03h25 pelo horário de Brasília, a 19.7 km de profundidade.
Devido à grande intensidade e características da falha, são esperados novos fortes tremores nas próximas horas e nos próximos dias, mas que deverão diminuir de intensidade à medida que ocorra estabilização do local. No entanto, réplicas ainda deverão ocorrer por um longo período, que poderá ser superior a um ano.

Se o tremor dessa sexta-feira não for recalculado e tiver sua magnitude mantida em 8.9, a diferença de energia liberada entre esse evento e o terremoto do Chile em 2010, de 8.8 graus, será de 1,4 vezes. Em relação ao terremoto do Haiti, em 2009, que atingiu 7.0 magnitudes, esse sismo é 707 vezes mais forte.

Tempo de chegada das ondas:

Tempo de chegada do tsunami em diversos países:
Chile: 20h03 BRT - Peru: 21h41 - México: 13h50 - Taiwan: 06h40brt - Filipinas: 08h00 - Indonésia: 08h40 - Havaí: 10h46 BRT - Austrália: 12h35 BRT - Fiji: 12h37 BRT - Nova Zelândia: 19h15 BRT

O mapa acima mostra a altura potencial das ondas gigantes antes de atingir a costa dos países sob alerta.
Veja vídeo com imagens do terremoto que balançou o japão:


Fonte: Apollo11/UOL Notícias

Monitoramento de terremotos no mundo todo. Confira ao vivo no link ao lado.


Sabemos que prever terremotos ainda é algo que a ciência sonha em conseguir, e para tentar evitar desastres como no Haiti e Chile, foram espalhados sensores em diversos pontos de todo o planeta com possibilidade de abalos sísmicos durante os anos. Esses sensores hoje, podem ser monitorados pela internet em tempo real mostrando onde exatamente a terra está tremendo ou seja: Agora, hoje, ontem, à duas semana e até, 15 anos atrás.
Os pontos em vermelho mostram os abalos sentidos hoje, ao clicar sobre eles é mostrado um relatório completo contendo: Data, hora, posição geográfica, magnitude e profundidade.
Realmente isso é muito interessante e mais que isso, assustador, pensar que a qualquer momento as coisas não estarão de pé.

Terremoto no Haiti foi causado pelo deslizamento de placas tectônicas.




O mundo presenciou na noite do dia 13 de janeiro uma das mais impressionantes forças da natureza, materializada na forma de um poderoso terremoto de 7.0 graus de magnitude ocorrido no sul da Ilha de Hispaniola, próximo a Porto Príncipe, no Haiti.

O abalo ocorreu às 19h53 pelo horário de Brasília (17h53 hora local) e foi localizado10 km abaixo do nível do mar, sob as coordenadas 18.45N e 72.44W, aproximadamente a 15 km do sudoeste de Porto Príncipe e 145 km a oeste-noroeste de Barahona, na República Dominicana. Devido às características do tremor, o Centro de Alertas de Tsunamis do Pacífico emitiu alerta de ondas gigantes para a Região do Caribe, mas uma hora depois foi suspenso.

Dezenas de aftershocks (réplicas que ocorrem após um terremoto de grande porte) foram registradas logo após o evento, com 33 terremotos registrados nas 10 horas seguintes, um deles medindo 5.9 graus de magnitude.

Placas tectônicas
O terremoto que ocorreu no Haiti foi provocado pelo deslizamento e compressão entre as placas tectônicas norte-americana e caribenha. Ali, a placa caribenha se move em sentido leste a 20 milímetros por ano com relação à placa superior. Além do deslocamento entre as duas placas, o local em que ocorreu o sismo é também compartilhado por outro sistema de falhas, composto pela falha Setentrional ao norte do Haiti e a falha Enriquillo-Plaintain, no sul do país, que também apresentam movimentos de escorregamento e compressão entre si à razão de 7 milímetros por ano.
Fonte: Apolo11.com
Artes: No topo, gráfico mostra o sistema de placas que atua sobre a região de Hispaniola, responsável pelo terremoto no Haiti. Na sequência, sismograma do evento, como registrado pela estação da Universidade federal do Rio Grande do Norte. Acima, mapa mostra a grande quantidade de tremores que a região de Hispaniola está sujeita. Apesar da grande quantidade de eventos, o sismo de 7.0 graus é o maior já registrado nos últimos 200 anos naquela região. Créditos: Apolo11.com/USGS/UFRN.

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