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CASA DE PEDRAS - ESTALACTITES E ESTALAGMITES

Vista lateral da casa de pedras - Martins RN





Alunos que participaram da visita a casa de pedras.
Hoje dia 2/5/2013 o Colégio Efetivo - Unidade 1 - Martins RN promoveu uma visita a Casa de Pedras - Caverna em mármore - a maior do município e, além disso destaque no cenário espeleológico nacional. Participaram deste evento os alunos da primeira série do ensino Médio e o Nono ano do ensino fundamental com a presença do professor de geografia - José Antônio e o professor de Química e Física Rennan Lopes. O ambiente estava perfeito para a prática aventureira das trilhas e em consequência da visita a caverna, pois a cidade de Martins tinha sido banhada pela chuva um dia antes, isso forçou aos "aventureiros" a caminhar e a desafiar a lama que literalmente dava na canela. O mais legal é que ao chegar na caverna tivemos a oportunidade de vislumbrar a ação da água sobre as rochas de carbonato de cálcio e tentar entender a formação dos estalactites e estalagmites formações pontiagudas que percebemos nas cavernas.
Mas afinal oque são estas formações?
Vista da entrada da Casa de Pedras
Estalactite e estalagmite em formação
Essas formações são denominadas estalactites, quando estão no alto; e estalagmites, quando estão para baixo. Ambas são formações decorrentes do gotejamento de água das fendas das paredes das cavernas de rocha calcária, transportando parte do calcário desta. Ao entrar em contato com o ar, precipita um anel de calcita na base desta gota. Este processo se repete enquanto houver água penetrando pela fenda: cada nova gota dará origem a um novo anel de calcita, consolidando formas cônicas e pontiagudas denominadas estalactites.

A estalactite e estalagmite tendem a se unir, uma vez que esta última é resultado do gotejamento que deu origem àquela - os pingos das estalactites, ao caírem no fundo da gruta, tendem a se precipitar, dando origem às estalagmites, que possuem forma mais grosseira: mais arredondada, menos pontiaguda. Desta união, temos um novo espeleotema: coluna.

O processo de crescimento destes espeleotemas (formações minerais que ocorrem em cavernas) é demorado e contínuo – varia entre 0,01mm a 3mm por ano e dependem de fatores como quantidade de água, velocidade de gotejamento, pureza do calcário e temperatura. Algumas vezes, as estalactites seguem frestas do teto, podendo atingir dimensões bem maiores.

Falando em “maiores”, a maior estalactite registrada no Brasil se localiza na Gruta do Janelão, em Januária – MG. “Perna de bailarina” – como é chamada possui 28 metros de comprimento.
Casa de pedras - entrada
Estalagmite do salão central - Casa de Pedras.
A casa de pedras apresenta alguns estalactites e estalagmites sendo que o estalagmite mais famoso é o do salão central que apresenta cerca de 12m de comprimento.
Estalactite do salão central - Casa de Pedras
É uma pena que a casa de Pedras vem sendo literalmente pichada por pessoas que não valorizam e querem a todo custo destruir o que a natureza demorou milênios para construir, pois usam das pedras como caderno de visitas. Talvez seja por isso que o IDEMA - Instituto de desenvolvimento sustentável e meio ambiente do RN - está de olho nas outras cavernas que existem na cidade e que ainda não foram abertas ao público.
O RN é um estado que apresenta várias cavernas e o blog Ciências aqui!!! lista as maiores e a localidade de cada uma delas.




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Quem sou eu

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Sou professor da rede privada de ensino lecionando as disciplinas Física, Química, Matemática e Ciências no COLÉGIO EFETIVO/MARTINS - RN. Graduado em Ciências com habilitação em Matemática - Licenciatura Plena - pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte - UERN -, graduado em Física - Licenciatura Plena - pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte - UFRN. Professor de Física aplicada a radiologia, física aplicada ao petróleo e gás e Desenho técnico de cursos técnicos ministrados pela CENPE cursos, unidade Patu RN

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