
EPISÓDIO 8 - Espaçonave Terra
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Um foguete indiano que carregava um satélite de comunicações explodiu no ar pouco após o lançamento, neste sábado, no sul da Índia, segundo imagens da televisão local.
O foguete levava o satélite de fabricação indiana GSAT-5P e explodiu em uma bola de fumaça e fogo depois de decolar do Centro Espacial Satish Dhawan de Sriharikota, a cem quilômetros da cidade de Chennai.
Segundo o jornal indiano "Times of India". esta é a segunda vez que um foguete deste modelo fracassa em missões da Organização de PEsquisas Espaciais Indianas (ISRO, na sigla em inglês). Em abril de 2015, um foguete do modelo não pode ser lançado por problemas técnicos.
O jornal relata que, cerca de dois minutos depois do lançamento, o foguete desviou de sua rota e explodiu no céu. Os monitores da agência mostraram os restos do foguete caindo em direção à baia de Bengala.
Os cientistas não sabem explicar ainda qual foi o problema no foguete.
O último GSLV, equipado com o primeiro motor criogênico de fabricação nacional, falhou em 15 de abril deste ano. O motor teve de ser substituído por um modelo russo para o lançamento deste sábado.
O foguete deveria ter sido lançado na segunda-feira passada (20), mas o evento foi adiado depois que os engenheiros detectaram um vazamento no motor criogênico.
O foguete, ainda segundo o jornal, deveria lançar o satélite em órbita após 19 minutos. Ele seria usado para melhorar o sinal da televisão.
Em algumas ocasiões, o movimento de translação da Lua ao redor da Terra a situa dentro do cone da penumbra. Esta ocasião recebe o nome de eclipse penumbral e é muito difícil de ser observado, já que a diminuição de luz dentro deste cone é muito baixa para ser percebida. Em outras situações, entretanto, a Lua mergulha exatamente dentro da zona de sombra da umbra, ocorrendo então o eclipse total ou parcial da lua.
Atmosfera
É importante notar que mesmo imersa na sombra da Terra, a Lua não desaparece totalmente. Um pequena parte dos raios do Sol sofre um pequeno desvio, ou refração, nas altas camadas da atmosfera. Esse desvio faz a luz solar penetrar no cone da umbra e ilumina Lua. As condições atmosféricas determinam a cor da Lua no momento do eclipse, e esta pode se apresentar alaranjada, avermelhalada e até marrom escuro. Partículas em suspensão geradas por erupções vulcânicas contribuem para avermelhar ainda mais o satélite durante o evento.
Fotografando o eclipse
Quem quiser fotografar o eclipse com um pouco mais de aproximação, pode tentar utilizar um binóculo, luneta ou telescópio. Para isso sugerimos um método de astrofotografia conhecido como "afocal", que consiste em aproximar a lente da câmera fotográfica à objetiva do instrumento, focalizando com cuidado. Se for possível, fixe bem o equipamento, mantendo-os bem firmes e evitando tremidas.
Fonte apollo 11
"Cosme Lemos"
Madrugava no Céu. Vinha perto a manhã,
Quando São Pedro abriu serenamente,
A Porta Eterna, branca de luar.
Amparado num véu de nuvem alvinitente,
Róseo qual maçã,
Um anjinho esperava a soluçar.
- Entra - disse-lhe o Santo.
- Por que choras tanto?!
- Senhor, eu quero voltar!
- Voltar? Queres voltar do Céu, anjinho à toa?!
E a terra onde vivias era assim tão boa?!
- A terra onde eu vivi é tão formosa,
Como não pode haver recanto igual.
A natureza ali, feita de rosas,
É u'a perene festa tropical!
Ela é tão alta! Lembra uma palmeira erguida
Muito bela e sobranceira
Por sobre as outras terras qual rainha!
O Céu que a cobre é feito só de estrelas,
Vendo-se aqui e ali uma fitinha
De espaço muito azul, como a tecê-las.
À margem da lagoa cristalina
Ergue-se, altiva e pequenina,
Uma ermida à Virgem do Rosário.
Nos pomares e jardins, em desadorno,
Cantam nuvens douradas de canários,
De pintassilgos e de encantos d'ouro.
Tempestades de loucos furacões
Que revolvem os campos dos sertões
Não alcançam o azul da serrania!
A brisa é tão cheirosa e tão macia,
Que parece soprada pelos lírios!
O próprio sol é branco como os círios,
A árvore da vida ali vive a cantar!
No Céu também é bom, mas... deixa-me voltar!
E o Santo pescador, bondoso e comovido,
Lembrando-se talvez de sua Canaã,
Como a sentir o coração ferido de saudade,
Fitando o espaço que a manhã já dourava de luz
Falou com piedade:
- Tu voltarás, meu filho! Eu direi a Jesus
Da saudade que tanto te consome
Mas... essa terra... esse outro Céu...
Qual o seu nome?!
Nisto Jesus chegando de repente
E ouvindo o interrogar do seu discípulo,
Sorrindo, respondeu paternalmente:
- Essa relíquia, Pedro, é no Brasil;
Num pequenino Estado lá no Norte,
Em recanto feliz, pus toda sorte de belezas.
As "Maravilhas das Mil e Uma Noites"
Não valem seus jardins!
Essa terra de sonho e de poesia,
Que tem a inicial a mesma de Maria,
Seu nome é doce... chama-se:
MARTINS!
Venha conhecer a bela serra de Martins.
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O eclipse terá início às 03h29 pelo horário de Brasília e finalizará às 09h04. No entanto, em grande parte do país, principalmente nas regiões Sul e Sudeste, a Lua cheia se põe por volta das 05h30, interrompendo a observação do fenômeno. Nessas localidades o fenômeno será parcial e a totalidade do eclipse só poderá ser vista durante alguns minutos.
Os melhores lugares para se observar o evento são aqueles localizados no extremo oeste do Brasil. No Acre, por exemplo, o eclipse começará a 01h29 no horário local. Como a Lua se põe próximo às 05h47, os observadores poderão contemplar o evento por mais de quatro horas, inclusive a fase da totalidade, que ocorre às 04h17. E ainda terão o prazer de ver o início da segunda metade do eclipse, quando a Lua começa a deixar o cone de sombra da Terra. Sorte dos acreanos! O mesmo vale para os Estados do Amazonas, Roraima e Rondônia.
Na Região Centro-Oeste, Pará e Amapá o eclipse será visível até a totalidade, mas nesse momento a Lua estará praticamente encostada no horizonte oeste, prejudicando um pouco a observação. Mesmo assim, os moradores dessas áreas poderão acompanhar a Lua sendo encoberta pela sombra da Terra. No Tocantins e em Goiás o evento será parcial, um pouco menos intenso que em Mato grosso, mas ainda assim bastante interessante.
À medida que nos afastamos em direção ao Atlântico o eclipse perde sua majestade. Nas cidades litorâneas ao leste o eclipse será apenas parcial. Na Bahia, os melhores locais são aqueles situados no extremo oeste. Moradores da Ilha de Fernando de Noronha terão que esperar para o próximo evento.
fonte: Apollo11Em 2 de novembro de 2000, atracava na Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) a nave Soyuz com os cosmonautas russos Yuri Gidzenko e Serguei Krikalev e o astronauta americano William Shepherd. Começava a história tripulada da estação, que desde então não passou nenhum momento sem astronautas a bordo. Contudo, após 10 anos de ocupação ininterrupta, as agências que administram o complexo afirmam que ele tem, pelo menos, mais 10 anos de vida.
"Uma nova era para a utilização da Estação Espacial Internacional está para começar", diz Simonetta Di Pippo, diretora de voos espaciais tripulados da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês). Segundo a instituição, com a ISS, os cientistas conseguem novas ideias para sistemas, subsistemas e componentes de espaçonaves e novas tecnologias. A estação ainda permite observar o resultado à saúde dos astronautas da longas permanências no espaço - onde eles sofrem com radiação, microgravidade (que afeta ossos e músculos) e a isolação prolongada.
Até mesmo as falhas, manutenções e reparos ajudam o desenvolvimento da exploração espacial. O desenvolvimento de equipamentos e de telecomunicações aumenta a independência dos astronautas com relação do suporte na Terra.
Para Mike Suffredini, diretor desde 2005 do programa que administra a estação, a ISS servirá como teste da capacidade de resistência humana, da confiabilidade dos equipamentos e processos essenciais para a exploração espacial.
"Com mais 10 anos de operação de uma ISS madura, nós devemos esperar e perceber os retornos para a ciência, para os quais a estação foi construída. Devemos respostas ao mundo sobre questões de ciência básica e medicina, e a ISS pode entregá-las abundantemente se for utilizada com cuidado ", diz o engenheiro de voo Mike Barratt, que participou de duas missões na estação.
O que é a ISS.
Em 31 de outubro de 2000, um foguete partia do cosmódromo Baikonur, no Cazaquistão - a mesma base de lançamento de foguetes de onde partiu Yuri Gagarin, o primeiro homem a ir ao espaço - com três tripulantes a bordo. Eram os primeiros ocupantes a viver na Estação Espacial Internacional: o americano Bill Shepherd e os russos Yuri Gidzenko e Sergei Krikalev. Desde que a espaçonave Soyuz atracou na ISS e abriu sua escotilha, a estação está há 10 anos habitada, 24 horas por dia, sete dias por semana.
A Nasa - a agência espacial americana -, uma das instituições que fazem parte do programa que administra a ISS, acredita que a história da estação está longe de acabar. Segundo Mike Suffredini, diretor do programa de administração da estação desde 2005, em 2020 ela deverá servir a muitos propósitos, como, por exemplo, base para longas explorações no espaço, sendo necessária para testar a "capacidade de resistência humana, confiabilidade dos equipamentos e processos essenciais para a exploração espacial".
Outro objetivo da estação são as pesquisas em microgravidade. Foram mais de 600 experimentos em 10 anos de ocupação. Segundo a Nasa, esses estudos ajudam a desenvolver novas tecnologias de comunicação, medicina e materiais industriais, entre outras.
A primeira equipe a ocupar a ISS, por exemplo, participou de um estudo sobre como os rins humanos se comportavam em gravidade próxima à zero. "A construção, montagem e as operações poderiam até mesmo serem consideradas milagrosas, se você não considerar os enormes esforços de nossas equipes para fazer parecer fácil", diz Peggy Whitson, a primeira mulher comandante a entrar na estação, na 16ª equipe a ocupá-la.O que era para ser a marca definitiva do Brasil na história da exploração espacial, acabou se tornando uma frustração. A possível participação do País na ISS foi marcada por altos e baixos até, em 2007, o país sair definitivamente do projeto.
Apesar de oficialmente constar entre os países colaboradores, o Brasil acabou saindo do projeto - devido a uma série de atrasos nos equipamentos pedidos da Nasa - sem fornecer nem um parafuso à Estação. Eram previstos US$ 120 milhões em investimentos. Até mesmo a Agência Espacial Brasileira (AEB) admite hoje que o País não colaborou em nada na construção da ISS.
Contudo, antes disso, o Brasil conseguiu mandar seu primeiro - e único - astronauta à estação. Marcos Pontes viajou em 2006 - no centenário do voo do 14-Bis, de Santos Dumont - para conduzir oito experimentos. Comemorada por um lado, e criticada por outro, a viagem de Pontes custou ao governo US$ 10 milhões, e o principal resultado foi comprovar que feijões podem germinar no espaço.
Natural de Bauru (SP), o brasileiro tinha 43 anos e ficou marcado pela frase "a Terra não é azul, e sim colorida" - uma brincadeira com Yuri Gagarin. Formado em Engenharia Aeronáutica pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), foi selecionado em 1998 pela Agência Espacial Brasileira (AEB) para participar de um treinamento para astronautas da Nasa - a agência espacial americana. Em 2000, quando acabou o treinamento, passou a ser considerado astronauta e a fazer parte da equipe da Nasa. No ano seguinte, a esperada viagem ao espaço foi abortada e só foi retomada em 2006.
No dia 29 de março, às 23h29 (horário de Brasília), Pontes decolou da plataforma de Baikonur, no Cazaquistão, rumo à ISS. Na estação, executou oito experimentos, como o teste de um sistema de refrigeração no espaço, a observação de como a clorofila atua em microgravidade e a germinação de feijões.
Esta última experiência - que consistia em plantar feijões na ISS ao mesmo tempo em que outros eram plantados em uma escola em São José dos Campos (SP) - foi considerada um sucesso (os feijões germinaram no espaço).
Segundo a AEB, apesar de Pontes dividir o trabalho entre Houston, nos Estados Unidos (onde mora), e Brasil, ele continua à disposição do Programa Espacial Brasileiro como astronauta, caso ocorram novas missões do País no espaço.
fonte: redação terra