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ÁGUA NA LUA!!!


Finalmente saíram os primeiros resultados da sonda LCROSS, que se espatifou contra a Lua no dia 9 de outubro. E eles são fantásticos! Como você já deve ter visto nos noticiários, existe sim água na Lua e não é só aquele “orvalho” produzido pelo Sol em quantidades ínfimas, são “baldes e baldes” de acordo com Anthony Colaprete, cientista do projeto.

Se você não se lembra, o último estágio do foguete que lançou a sonda LCROSS se chocou contra a Cratera Cabeus no polo sul da Lua com a intenção de levantar uma pluma de destroços e vapor do material no solo dessa cratera. Nos polos da Lua, algumas crateras, em especial suas beiradas, nunca viram a luz do Sol e a esperança é que nelas existisse água proveniente de impactos de cometas. Como nunca bate Sol por ali, o gelo trazido por esses cometas ainda estaria ali, desde que chegaram, talvez há bilhões de anos.

Com o impacto do estágio do lançador, chamado Centauro, a nuvem de destroços foi estudada por espectrógrafos da nave e dos principais observatórios do mundo. O espectro da nuvem mostrou assinaturas inconfundíveis da presença de água.

Por enquanto, apenas os espectros obtidos pela sonda foram analisados e apenas a água foi reportada. Os espectros no infravermelho obtidos pela LCROSS foram comparados aos espectros de laboratório, onde as amostras continham água. A semelhança entre ambos indicou que deveria haver água.

Mas teria de haver uma confirmação independente: se houvesse água nesta nuvem, deveria haver uma assinatura da presença de hidroxila (OH) proveniente da dissociação dela. E o OH estava lá, desta vez nos espectros do ultravioleta. “Ficamos todos extasiados”, disse Colaprete na sexta-feira (13), que se tornou uma data histórica.

Ainda deve vir mais coisa por aí. As análises por enquanto focavam a detecção de água, objetivo maior do projeto. Mas como o material da cratera é originário de cometas, mais substâncias devem ser identificadas, quem sabe até hidrocarbonetos complexos. Mas isso é chute meu.

A presença de água na Lua traz novas perspectivas para os projetos de se estabelecer uma base permante. Isso porque esse gelo poderá ser usado para abastecer essa base, mas também para se produzir oxigênio e hidrogênio, tanto para os astronautas, como para combustível de foguetes.

Neste ano da astronomia, em que celebramos o trabalho de Galileu, a descoberta não deixa também de ser irônica. Galileu foi o primeiro a afirmar que não havia água na Lua. Até sua época, as manchas escuras da Lua eram tidas como grandes mares de água, tanto que se chamam mares (ou “maris” em latim); a Apolo 11 pousou no Mar da Tranquilidade, por exemplo. Curiosidades à parte, um resultado importantíssimo!
fonte - G1
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Sou professor da rede privada de ensino lecionando as disciplinas Física, Química, Matemática e Ciências no COLÉGIO EFETIVO/MARTINS - RN. Graduado em Ciências com habilitação em Matemática - Licenciatura Plena - pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte - UERN -, graduado em Física - Licenciatura Plena - pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte - UFRN. Professor de Física aplicada a radiologia, física aplicada ao petróleo e gás e Desenho técnico de cursos técnicos ministrados pela CENPE cursos, unidade Patu RN

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