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Asteróide Apophis - Uma ameaça real.


NEA 2004 MN4 (Apophis) - Um pedaço de rocha de pouco mais de 300 metros de diâmetro e 100 milhões de toneladas está neste momento em sua trajetória de aproximação com a Terra, onde, nos anos de 2.029 e 2.036, ele estará na sua mínima distância de nosso planeta, passará mais perto de nós do que o espaço que separa a Terra e a Lua, é muito, mais muito perto mesmo em se tratando de distâncias astronômicas.

Uma colisão de Apophis com qualquer outro pequeno corpo celeste, ou até mesmo a própria gravidade da Terra, pode coloca-lo efetivamente em rota de colisão com o nosso planeta. O que seria um acontecimento cataclísmico, uma liberação de energia em nossa atmosfera superior à equivalente detonação simultânea de mais de 20 mil bombas atômicas das que existem atualmente nos arsenais militares das principais potências mundiais.

Suas consequências seriam devastadoras à manutenção da vida terrestre como a conhecemos, com a extinção de algumas espécies animais e vegetais e a alteração de outras. A ocorrência de um “inverno nuclear” global por semanas, ou até por meses seguidos, levaria a temperatura média do planeta a despencar bruscamente, dando início a uma nova glaciação, cobrindo de gelo imensas áreas em que hoje estão muitas de nossas grandes cidades e aglomerações populacionais. Obrigando a migração de centenas de milhões de pessoas das áreas de maior latitude para áreas intertropicais em busca de comida e melhores condições de sobrevivência. Porém, com a atual divisão geo-política mundial, mais a multidiversidade de línguas, culturas, raças e religiões, divididas em povos e países, seria o suficiente para o início de grandes conflitos bélicos entre nações, por um lado, as que estariam na defesa de seu território, e por outro, povos de nações inabitáveis em busca comida, água potável e terra habitável.

Desde que fora localizado em 2.004, os astrônomos vêm atentamente seguindo sua tragetória no Observatório de Arecibo, o mais potente do mundo, dotado de uma enorme lente receptora, e que está situado em Porto Rico. Apophis orbita ao redor do Sol assim como todos os planetas e demais corpos celestes, porém, sua trajetória o trará para muito perto da Terra dentro de 23 e 30 anos, cerca de 40 mil quilômetros de distância, perigosamente perto demais para que os ciêntistas e astrônomos estejam realmente preocupados.

“A maioria dos asteróides passam muito mais longe e quando temos um asteróide a uma distância como esta, que é muito menor que a distância entre a Terra e a Lua… temos que vigia-lo”, disse o chefe do Observatório de Arecibo, o astrônomo José Alonso.

Alonso explica ainda que, se Apophis continuar na mesma tragetória, não há com que se preocupar, porém, “se tiver uma pequena colisão com outro asteróide, um pequeno “toque” poderia desviar mínimamente sua tragetória atual, aí sim, o suficiente para que nos atinja”. O impacto teria consequências fatais ao clima e à maioria das espécies terrestres.

A NASA decidirá em 2.013 se enviará uma missão ao asteróide, a fim de colocar em sua superfície um transmissor, e à partir daí, seguir atentamente sua órbita.

Outro asteróide com 500 metros de diâmetro e 1 bilhão de toneladas aparece com alto risco de impacto com a Terra em 2.102. Cálculos orbitais para NEA 2004 VD17, como é conhecido, indicaram que o risco de um impacto dentro do próximo século - especificamente em 4 de maio de 2.102 - é mais elevado do que qualquer outro asteróide conhecido, pouco menos de 1 em 1.000. A energia nominal do impacto será de mais de 10 mil megatons, ou seja, comparável a todo o atual arsenal nuclear existente no planeta. Não há nenhuma observação de radar disponível, não havendo portanto, observação do asteróide em detalhes, sendo assim, todos os números tomados como cálculos foram aproximados. Para a comparação, NEA Apophis - anteriormente 2004 MN4 - tem uma probabilidade de impacto em 13 de abril de 2.036, de aproximadamente 1 em 5.000.

As órbitas dos dois asteróides são bem diferentes. Apophis só será um perigo real de impacto com a Terra em 2.036, se passar em 2.029 através do que chamam os cientistas de “keyhole”, ou seja, uma óribita muito pequena conhecida como “buraco de fechadura”. No caso de VD17, embora faça passagens relativamente próximas da Terra em 2.032, 2.041 e 2.067, não haverá “buraco de fechadura”. Felizmente, é quase meio século antes da perigosa passagem de 2.102. Isto deve fornecer tempo para que os especialistas possam melhor analisar e refinar a órbita real de VD17, e sua probabilidade de impacto ou não com o nosso planeta.

Além da preocupação com Apophis e 2004 VD17, a Russia, Estados Unidos e Japão, criaram um catálogo detalhado de todos os asteróides que podem representar uma ameaça real de colisão com a Terra no futuro próximo, informou o Instituto de Astronomia Aplicada da Academia de Ciências da Russia.

“Se um asteróide se chocar com a Terra ocorrerá uma catástrofe. O mais perigoso de todos é o N29075, de 1,1 km de diâmetro, com grande possibilidade de choque com a Terra em 2.880″, disse um estudioso, segundo a agência Interfax. As consequências da colisão deste asteróide no planeta seriam a extinção em massa de espécies terrestres e aquáticas, um verdadeiro apocalipse, o fim dos tempos à raça humana.

Assim como a agência espacial americana (NASA), a Russia também está desenvolvendo um programa federal dedicado a ameaça que representam os asteróides e cometas, com a cooperação da Agência Espacial Russa, a Academia de Ciências, o Ministério da Defensa e empresas da indústria militar.

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Sou professor da rede privada de ensino lecionando as disciplinas Física, Química, Matemática e Ciências no COLÉGIO EFETIVO/MARTINS - RN. Graduado em Ciências com habilitação em Matemática - Licenciatura Plena - pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte - UERN -, graduado em Física - Licenciatura Plena - pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte - UFRN. Professor de Física aplicada a radiologia, física aplicada ao petróleo e gás e Desenho técnico de cursos técnicos ministrados pela CENPE cursos, unidade Patu RN

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