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DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA - CURSO GRÁTIS PELO OBSERVATÓRIO NACIONAL - COSMOLOGIA

O curso à distância na área de astronomia, em nível de divulgação, é oferecido regularmente pela Divisão de Atividades Educacionais do Observatório Nacional. O seu principal objetivo é socializar o conhecimento científico por meio de um veículo eletrônico que hoje é usado por grande parte da população, a internet.
Possibilitar o acesso à informação científica correta, aproximar a toda a sociedade de uma instituição de pesquisa e capacitar professores da rede de ensino é vetor fundamental para multiplicar o conhecimento adquirido. Esta é a nossa proposta.
Nos esforçamos para oferecer um curso a distância com um conteúdo consistente, um discurso coerente e de qualidade sobre o que é o Universo e o estudo da Cosmologia. Hoje os cursos a distância são uma importante ferramenta de inserção social, pois permitem que todas as camadas da população tenham acesso à informação científica, veiculada com uma linguagem simples.
Este curso é uma grande oportunidade para aproximar a ciência da sociedade.
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O VESTIDO QUE GANHOU FAMA.





Esta semana o grande amigo Arthur Galdino me enviou uma fotografia com a seguinte pergunta: Qual é a cor do vestido? Logo respondi: Vejo dourado e branco. Então ele me falou que era azul e preto, A princípio não concordei com ele, pois estava convencido no que os meus olhos, ou melhor, meu cérebro tinha visto.... Então, tive que verificar de forma científica e se baseando na Física o que realmente estava acontecendo, mas de cara já percebi que se tratava de uma ilusão causada pela confusão na interpretação dos raios que atingem nossa retina e são codificados pela nossa caixola...
Ilusões de ótica fazem a gente enxergar coisas que não existem, ou ver de outra forma aquilo que estamos focalizando, para falar a verdade tudo que vemos é considerado ilusão, pois, ao captar as imagens na retina é o nervo óptico que envia as informações para o cérebro para que seja processada, tal processamento implica em associar a informação com algo que nos parece familiar,então montamos a imagem, é como se o nervo óptico fosse uma fibra óptica , mas, como ele é pequeno, ocorre algumas distorções na informação.Caso ele fosse grande, nossa cabeça deveria ser grande também, para que informações fossem processadas de maneira satisfatória. Bem melhor que seja assim como é, só assim brincamos de ilusão de óptica.
Mas, o que o post quer analisar, do ponto de vista da Física, é o famoso vestido... Afinal qual é a cor verdadeira da peça??
De acordo com o que já foi dito o fenômeno já foi explicado.... é uma ilusão de ótica, onde pelo que se analisou a "cor real do vestido é azul e preto" tudo está relacionado a forma de nossos olhos se adaptarem a luz dos objetos que são refletidos de forma difusa a partir da luz do sol, logo, temos a capacidade de captar tons diferentes de acordo com a luminosidade do astro rei, então as cores que vemos durante o dia são diferentes das cores que vemos durante a noite, experimente verificar algo verde iluminado pelo sol e o mesmo objeto iluminado por luz artificial de sódio! A cor vai ser bem diferente para os dois casos,trata-se de uma ilusão...Segundo o site BBC Brasil O cérebro tenta descontar o efeito da luz do sol (ou outra fonte de luz) para chegar a uma cor "verdadeira".Por isso, algumas pessoas veem azul no vestido mas seus cérebros ignoram isso, atribuindo a cor azulada à fonte de luz, em vez de ao próprio vestido. Elas veem branco e dourado.
O engraçado é que o vestido está tão famoso que já vendeu inúmeras cópias,até aqui no Brasil a moda está pegando,tanto que não estou mais aguentando tanta pergunta em relação a este vestido, mas é sempre bom dar uma pitada de ciência na polêmica em relação a cor da peça.
O blog Ciências aqui!!! pegou algumas ilusões para você se divertir, já que está cansado de ver o vestido durante a semana e se perguntar qual é a cor verdadeira da peça.



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SEM ENERGIA, SONDA PHILAE HIBERNA EM COMETA 67/P



Após fazer história ao descer pela primeira vez na superfície de um cometa, a nave robótica Philae enviou seu último pacote de dados científicos. Sem poder captar a luz do Sol, as baterias se esgotaram e Philae entrou em hibernação.

Após um pouso ligeiramente desajeitado, que a colocou a mais de 1 km do local planejado e fora da orientação solar necessária para recarregar suas baterias, a pequena nave Philae possivelmente encerrou sua missão.
De acordo com a agência espacial europeia, ESA, o último contato com a sonda ocorreu às 20h36 de sexta-feira, quando Philae enviou à nave-mãe Rosetta todos os parâmetros da telemetria de bordo e os dados científicos dos experimentos realizados, entre eles os instrumentos ROLIS, COSAC, Ptolemy, SD2 e CONSERT.
Além disso, o centro de controle da missão enviou comandos para a Philae erguer 4 cm e rotacionar o corpo em 35 graus, na última tentativa de fazer os painéis solares captarem mais energia, já que as baterias estavam decaindo rapidamente.
Em conferência realizada ontem, os engenheiros responsáveis pela missão informaram que após o pouso a Philae ficou ligeiramente inclinada, com os painéis obstruídos por duas rochas. Isso fez com que a sonda recebesse apenas 1h30 de luz por dia, muito abaixo das 12 horas diárias requeridas para recarga das baterias.
O contato com a sonda através da nave-mãe permaneceu relativamente estável até por volta das 22h30, quando a sonda entrou no modo de segurança devido à baixa tensão da bateria. Alguns minutos depois um novo pacote de dados foi enviado. As 22h44, Elsa montagnon, chefe de operações da missão Rosetta, declarou: "Perdemos o link".
Segundo Montagnon, é possível que as baterias da Philae se recarreguem, mas isso pode levar vários dias. Caso isso aconteça, a nave-mãe Rosetta captará o sinal da sonda, mas essa situação não é esperada. Caso ocorra, será um bônus para a missão, já que todas os experimentos programados foram realizados, gerando inúmeros dados que serão agora analisados.
FONTE:
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Robô Philae realiza pouso histórico em cometa

Cerca de sete horas depois de se separar da sonda espacial Rosetta, o módulo de exploração Philae realizou, pela primeira vez na história, um pouso bem-sucedido em um cometa. Autoridades comemoraram a aterrissagem, que ocorreu nesta quinta-feira pouco depois das 14h, dizendo que foi um grande passo para a civilização humana e para o conhecimento científico.
O robô científico de observação desacoplou da base, como estava previsto, às 8h35 GMT (6h35 de Brasília) e iniciou sua viagem para pousar sobre o cometa 67P/Churyumov-Geramisenko. 

Depois da liberação da sonda, outras etapas importantes foram concluídas com sucesso. Entre elas, o reestabelecimento da comunicação entre a Terra e o robô, e o acionamento do trem de pouso do módulo.
— Funcionou bem, estamos muito contentes, não aconteceram problemas — declarou Andrea Accomazzo, diretor de voo do centro de operações da ESA em Darmstadt (Alemanha).
Desde 6 de agosto, a sonda não tripulada Rosetta se desloca a poucos quilômetros do corpo celeste a mais de 450 milhões de quilômetros da Terra, acompanhando o cometa em sua viagem à medida que se aproxima do Sol.
O módulo Philae permitirá explorar diretamente o núcleo do cometa, ou seja, a parte sólida que, com o efeito da radiação solar, gera a "coma" ou cabeleira e deixa uma cauda visível de gases e poeira. O cometa está atualmente viajando entre as órbitas de Júpiter de Marte. Tem quatro quilômetros de diâmetro e formato irregular, que lembra a silhueta de um pato.
Se tudo correr bem, depois de acompanhar a aproximação do cometa com o Sol, Rosetta vai voltar para a Terra — a previsão é dezembro de 2015 — com um vasto material que servirá de base para inúmeras pesquisas científicas.

Já há alguma coisa: a sonda registrou imagens de asteroides e foi fotografando o cometa à medida em que chegava perto dele. Um momento considerado histórico pelo cientista-líder do conjunto de câmeras da sonda, Holger Sierks:
— Ver as imagens em alta resolução, gerou um sentimento fantástico. A equipe toda ficou muito emocionada. A partir de agora, vamos começar a entender como um cometa funciona e quais processos físicos conduzem sua atividade.
Fonte; http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticias/planeta-ciencia/
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