Recebi um contato no formulário do nosso blog da professora Edileuza de Física do ensino médio do Colégio Estadual Senador Chagas Rodrigues em Parnaíba-Pi;que perguntava como construir um relógio estelar.
A algum tempo montei um relógio desses com meus alunos em uma atividade prática da OBA - OLIMPÍADA BRASILEIRA DE ASTRONOMIA - Aqui apresento uma sugestão diferente e que representa a mesma realidade.
Veja como fazer:
1 - Imprima esta página e recorte os círculos que estão em baixo (se pretende imprimir um página sem o fundo a preto, vá por AQUI.
2 - Do segundo círculo (o mais pequeno) recorte o pedacinho branco que se encontra entre as palavras "SÃO" e " HORAS"
3 - Coloque o círculo mais pequeno sobre o maior, alinhe os dois círculos de forma a que os respectivos centros fiquem sobrepostos.
4 - Faça um pequeno furo no centro dos dois círculos (sobre as estrela polar no segundo). Com um arame dobrado, um pionese, ou um pedaço de fio com um nó em cada ponta, una os dois círculos de modo a que estes rodem um sobre o outro.
5 - Já está pronto a usar!
Como usar o seu Relógio Estelar.
1 - Olhe para o céu noturno e encontre a estrela polar (ou a Ursa Maior). Pegue no seu Relógio Estelar e vire-se para ela!
2 - Gire o seu Relógio Estelar de maneira a que o mês corrente se encontre no topo, ou seja de maneira a que o leia perfeitamente na horizontal.
3 - Oriente o círculo mais pequeno (o círculo das constelações) de modo a que fique com a mesma orientação que as contelações no céu, ou seja da maneira em que as contelações do seu Relógio Estelar, Ursa Maior e Ursa Menor, tenham a mesma orientação que as do céu.
4 - Agora é só ler as horas! No meio das palavras "SÃO" e " HORAS" está a hora devida (mais coisa menos coisa). No verão terá de adicionar uma hora ao valor encontrado (por causa do horário de Verão).
5 - Sempre que sair à noite não se esqueça de levar o seu Relógio Estelar.
PARA VER O TRABALHO DOS ALUNOS NA CONSTRUÇÃO DO RELÓGIO ESTELAR CLIQUE AQUI.
VALEU EDILEUZA AGORA É COM VOCÊ!
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Mais uma vez Einstein está certo.
Rennan Lopes


O blog ciências aqui!!! divulgava a "descoberta" para os leitores em artigo publicado no dia 25/09/2011, para ler o artigo CLIQUE AQUI, e após esta divulgação o blog ciências aqui, em outra oprtunidade reforçou a idéia da teoria da relatividade de Einstein publicando um artigo mensionado pelo professor do departamento de física teórica e experimental da Universidade Federal do Rio Grande do Norte - DFTE/UFRN - Ciclâmio Barreto; CLIQUE AQUI para ler. Em fim. Como ficou esta novela? Eis o final!
Um prosaico mau contato entre o cabo do GPS e os computadores do experimento OPERA levaram cientistas a concluir, erroneamente, que neutrinos podem viajar mais rápido do que a luz. É o que diz o site da revista Science, um dos mais respeitados periódicos científicos do mundo. Em setembro de 2011, o experimento do CERN (Centro Europeu de Pesquisas Nucleares) abalou o mundo da Física ao desafiar um dos pilares da teoria da relatividade, proposta pelo físico Albert Einstein no início do século XX. A conclusão do experimento era potencialmente revolucionária: os neutrinos gerados na Suíça teriam percorrido a distância de 730 quilômetros até a Itália 60 bilionésimos de segundo mais rápido do que raios de luz percorrendo a mesma distância no vácuo, algo impossível pelas teorias vigentes.
Os resultados chocaram o mundo científico porque diversos aspectos da teoria de Einstein já foram comprovados na prática ao longo das décadas. O próprio sistema de verificação do tempo que os neutrinos levam de um ponto a outro se baseia na teoria da relatividade.
Ainda assim, um mês depois dos primeiros resultados do Opera, a partícula voltou a bater a velocidade da luz em experimento realizado pela mesma equipe. O grupo internacional utilizou um novo feixe de prótons para produzir os neutrinos. Eles acreditavam que isso seria uma forma diferente de fazer o mesmo experimento, provando a idoneidade dos resultados. Contudo, se a informação divulgada pela Science estiver correta, os pesquisadores passaram longe de encontrar o erro.
Mau contato — De acordo com "fontes familiarizadas com o experimento", a diferença de 60 nanossegundos parece ter vindo de um mau contato entre um cabo de fibra ótica que conecta o receptor de GPS usado para corrigir o tempo de viagem dos neutrinos e uma placa de computador.
Depois de corrigir o mau contato e refazendo a medição do tempo que os dados levam para percorrer o cabo, os pesquisadores descobriram que as informações chegam 60 nanossegundos antes do previsto. Já que esse tempo é subtraído do tempo total de voo da partícula, é possível que isso explique a chegada prematura dos neutrinos. Contudo, a hipótese só será confirmada com novos dados.
É isso!!! Antes de duvidar de Einstein verifique os circuitos e cabos de força.
Fonte: Revista Veja
Category:
CIENCIAS,
física,
FISICA DAS PARTÍCULAS
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