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Eclipse solar é flagrado do espaço pelo satélite GOES-15

O satélite geoestacionário GOES-15 registrou na manhã dessa sexta-feira um magnífico eclipse solar parcial. Apesar de não ter sido visto da Terra, o evento chamou a atenção dos observadores solares, que puderam ver a Lua passando na frente do disco da estrela. 
O fenômeno ocorreu entre às 10h25 e 11h25 pelo horário de Brasília e foi registrado de uma altitude de mais de 36 mil quilômetros acima do Pacífico Sul, sobre as coordenadas 0.3S e 135 graus W, pelo satélite geoestacionário GOES-15.
Devido à paralaxe, os observadores situados em terra não puderam ver o espetáculo, já que a Lua passou ligeiramente abaixo do disco solar. No entanto, do ponto de vista do satélite GOES-15 a Lua invadiu o disco solar, criando um eclipse igual aqueles vistos aqui da Terra. Se passasse exatamente na frente do Sol teríamos um eclipse total e por alguns minutos o Sol seria obscurecido pelo nosso satélite. 
Veja vídeo:



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Sonda Voyager 1 é primeiro objeto a sair do Sistema Solar

A sonda norte-americana Voyager 1, lançada em 1977, saiu do Sistema Solar, tornando-se assim o primeiro objeto enviado pelo homem entrar no espaço interestelar (região do espaço que fica fora do Sistema Solar).

Segundo cálculos publicados pela revista Science e confirmados pela Agência Espacial Norte-Americana (Nasa), a sonda abandonou o Sistema Solar há mais de um ano, em agosto de 2012. “Agora que temos estes novos dados essenciais, pensamos que a humanidade deu um passo histórico ao entrar no espaço interestelar”, explicou Ed Stone, responsável científico da missão no Instituto de Tecnologia da Califórnia.

Novas análises às densidades do plasma em torno da nave revelaram-se similares às densidades que se encontram na região interestelar previstas nos modelos, segundo os pesquisadores da Universidade de Iowa, que divulgaram o seu estudo no site da internet da revista norte-americana Science.

De acordo com os astrofísicos, a Voyager, que se encontra a mais de 18 bilhões de quilômetros do Sol, saiu da heliopausa, a zona fronteiriça do sistema solar, para entrar no espaço interestelar por volta do dia 25 de agosto de 2012.
“Saltamos das nossas cadeiras quando constatamos essas oscilações nos nossos dados, pois elas mostram que a nave se encontra em uma região totalmente nova, conforme com o que se pode esperar no espaço intersideral e completamente diferente da heliosfera, a bolha formada pelos raios solares”, explica o pesquisador da Universidade de Iowa, Don Gurnett. “Atravessamos claramente a heliopausa, a região fronteiriça entre o plasma solar e o plasma interestelar”.

O momento histórico ocorreu em maio a controvérsias nos últimos meses. Dois estudos publicados este ano - o último em agosto, baseado em outros dados – tinham concluído que a sonda saiu do Sistema Solar no ano passado, mas a Nasa considerou as investigações inconclusivas. Elas sustentavam-se em uma forte e súbita diminuição das partículas emanadas do Sistema Solar e em um crescimento da irradiação galáctica indicada pelos instrumentos da nave espacial.

A duração de vida das duas sondas Voyager, lançadas em 1977 com um mês de intervalo e que avançam a uma velocidade de 55 mil quilômetros por hora, não devia ultrapassar os cinco anos, mas elas ainda estão em bom estado de funcionamento. As câmaras das sondas foram apagadas para economizar a bateria de plutônio, que deverá se esgotar por volta de 2020.

O programa de exploração Voyager tinha por objetivo o estudo dos planetas do sistema solar. As Voyager 1 e 2 sobrevoaram Júpiter, Saturno, Urano, Neptuno e 48 das suas luas. As informações recolhidas pelos nove instrumentos de bordo de cada uma das sondas fizeram delas a missão de exploração do Sistema Solar mais bem sucedida cientificamente de toda a história espacial.
Fonte: Agência Brasil
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FINAL DE SEMANA COM CONJUNÇÃO: LUA - VÊNUS


Não tem nada o que fazer no final de semana? então o céu promete.
Após o pôr do Sol podemos conferir uma conjunção que é de arrepiar. O s dois astros mais brilhantes da noite estarão a amostra. olhando em direção a oeste o expectador poderá ver de cara a lua e, segundo a posição de nossa carta celeste, logo do lado direito e abaixo a estrela Dalva que nada mais é do que o planeta Vênus.
A observação poderá ser feita a olho nu, mas se você tem um telescópio poderá ampliar, além da imagem, a emoção de verificar as nuvens refletoras do planeta mais quente do sistema solar.
Ah e não pense que a lua está próximo a Vênus, é a distância entre nós e os dois astros que diminui o angulo visual, dai temos esta impressão. Para se ter uma ideia a distância da lua para terra é de 385 mil quilômetros e a distância da terra para Vênus é de 189 milhões de quilômetros.
Agora é só dar uma saidinha e ver a conjunção.
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HOJE TEM SUPER LUA CHEIA

Batizada popularmente como Superlua Cheia, o fenômeno acontece uma vez por ano e faz a Lua parecer maior e mais brilhante como de costume. Apesar de não ser possível ver a marca da bota que Neil Armstrong deixou lá em 1969, o espetáculo é único e vale a pena dar uma olhada no céu.
A Lua dá uma volta aparente na Terra a cada 29.5 dias e se tudo fosse perfeito, a superlua nunca existiria. Acontece que a orbita da Lua ao redor do nosso planeta não é um círculo perfeito, mas uma elipse, o que faz com que o astro se distancie ou se aproxime da Terra de modo irregular ao longo do ano.
Essa irregularidade do shape tem dois pontos máximos, chamados perigeu e apogeu lunar. Durante o apogeu, a distância média da Terra à Lua é de 405.696 km, enquanto no perigeu essa distância cai para 363.104 km. Anomalias gravitacionais fazem com essas distâncias médias variem um pouco, produzindo perigeus e apogeus diferentes ao longo do ano, alguns deles bastante perceptíveis visualmente, principalmente quando a Lua está na fase cheia.
É exatamente isso o que vai acontecer no final de semana.
A Superlua
Exatamente às 08h11 de domingo, dia 23 de junho, a Lua cheia estará no ponto de maior proximidade com nosso planeta durante todo o ano e a distância entre os dois objetos será de apenas 356.989 km. Esse instante é chamado de perigeu lunar e quando acontece na Lua Cheia recebe o nome popular de superlua.

orbita da Lua
Consequências

Nas horas que antecedem e sucedem a superlua é possível observar com bastante clareza um aumento no diâmetro do disco lunar, acompanhado de um brilho também maior. Na superlua de 2011, a distância Terra-Lua chegou a 356.577 km, o que proporcionou um aumento de 14% no diâmetro do astro, que aparentou um brilho 30% mais intenso. Desta vez a Lua estará 400 km mais distante, mas o efeito visual não será muito diferente.
As superluas também têm efeitos físicos aqui na Terra, uma vez que a maior aproximação produz marés mais fortes que as habituais, mas nada que fuja dos padrões habituais já conhecidos.

Lua da Balada
Apesar da superlua de 2013 ocorrer às 08h11 da manhã de domingo, ela não poderá ser vista neste momento já que não estará no céu.
Em boa parte do Brasil o astro nasce próximo às 17h00 de sábado e se põe instantes antes do perigeu às 06h00 da manhã de domingo, permanecendo no céu durante toda a madrugada de sábado.
Isso torna a Lua um excelente alvo do céu noturno para os amantes das baladas de final de semana, afinal, quem é que não gosta de voltar pra casa vendo a Lua Cheia bem grande se pondo no horizonte?
Mesmo se você não puder ver a Lua depois da balada ou de algum outro lugar, não se preocupe. No domingo o astro nasce próximo das 18h00 e ainda será possível vê-lo maior e mais brilhante que o de costume. Não perca.
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