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ECLIPSE SOLAR FOI ACOMPANHADO POR CIDADES DO NORDESTE BRASILEIRO

Imagem do eclipse parcial do Sol na cidade de Natal RN - 03/11/2013
O Nordeste brasileiro foi agraciado com o último eclipse solar do ano. O eclipse foi classificado como Híbrido devido ser visto de diferentes fases dependendo da localização do observador.
A cidade de Martins/RN foi palco deste espetáculo natural que durou cerca de 2 horas.
O blog Ciências Aqui!!! apresenta a aparência do Sol durante o eclipse deste dia 3 de novembro de 2013. Se você perdeu de ver esta maravilha pode, em primeiríssima mão verificar as fases do eclipse parcial do Sol no meio do sertão nordestino no paraíso serrano localizado na região oeste do estado do Rio Grande do Norte.


O início do ECLIPSE se deu às 7:50 Hs.














Aparência do Sol às 8:20 Hs














Aparência do Sol às 8:40 Hs













Aparência do Sol às 9:00 Hs















Aparência do Sol às 9:20 Hs















Aparência do Sol às 9:45Hs
















Aparência do Sol às 10:03Hs











É importante destacar que o horário é local, para a cidade de Martins/RN.
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ECLIPSE SOLAR NO DOMINGO

Neste domingo, o céu será palco de um dos mais impressionantes eventos celestes: o eclipse do Sol. Logo pela manhã o disco solar será encoberto pela Lua e boa parte do evento poderá ser vista do território brasileiro.


O eclipse tem início as 08h04 BRT (horário de Brasília) e atingirá o momento máximo às 10h47 BRT, quando o Sol estiver a 70 graus de elevação, no meio do caminho entre a África e o Brasil.
O eclipse deste domingo é um pouco diferente dos demais. Apesar de todo o disco solar ficar encoberto pela Lua, em algumas localidades isso não acontecerá e será visto como um eclipse do tipo anular, quando o diâmetro Lua parece menor e insuficiente para cobrir todo o disco da estrela.
Isso acontece devido à curvatura da Terra, que faz com que em certas localidades a Lua fique mais próxima do que em outras. Apesar da diferença da distância lunar não ser muito grande, ela é suficiente para causar o fenômeno. Essa dualidade de aparência é bem rara e os eclipses com essa característica são chamados de "híbridos".


No Brasil, o eclipse deste domingo poderá ser visto em grande parte do país, com exceção das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Abaixo vemos os horários locais do início e fim do evento em algumas capitais das regiões Norte e Nordeste.
Manaus: Início as 06h46 - Final: 07h52 (Hora local UTC-4)
Fortaleza: Início as 07h41 - Final: 09h57 (Hora local UTC-3)
Maceió: Início as 07h59 - Final: 10h07 (Hora local UTC-3)
Salvador: Início as 08h15 - Final: 10h29 (Hora local UTC-3)
Eclipse Parcial
Devido a posição do continente, o eclipse só será visto parcialmente, com o disco lunar cobrindo mais o Sol à medida que a latitude aumenta. No extremo do Rio Grande do Norte e extremo do Amapá o fenômeno será mais intenso e a Lua cobrirá cerca de 40% do disco solar.
Essa porcentagem cai para 30% na maior parte de Pernambuco, Piauí, Maranhão e Pará. No extremo norte de Minas e Goiás, apenas 15% do disco solar será encoberto.
Como ocorre um Eclipse Solar
Um eclipse do Sol ocorre sempre que a Lua se posiciona entre a Terra e o Sol. Se durante um eclipse a lua encobre completamente o disco do Sol é chamado de eclipse total. Caso contrário, eclipse parcial.
Se durante um eclipse total a Lua estiver próxima de seu apogeu (maior afastamento da Terra), seu diâmetro aparente parecerá menor que o do Sol e por não cobrir todo o disco, parte do Sol ainda permanecerá visível em forma de anel, daí o nome "anular" para este tipo de eclipse. Anular significa "em forma de anel"
O eclipse do dia 3 será um eclipse do tipo híbrido, total em alguns lugares e anular em outros.
Fonte:
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Eclipse solar é flagrado do espaço pelo satélite GOES-15

O satélite geoestacionário GOES-15 registrou na manhã dessa sexta-feira um magnífico eclipse solar parcial. Apesar de não ter sido visto da Terra, o evento chamou a atenção dos observadores solares, que puderam ver a Lua passando na frente do disco da estrela. 
O fenômeno ocorreu entre às 10h25 e 11h25 pelo horário de Brasília e foi registrado de uma altitude de mais de 36 mil quilômetros acima do Pacífico Sul, sobre as coordenadas 0.3S e 135 graus W, pelo satélite geoestacionário GOES-15.
Devido à paralaxe, os observadores situados em terra não puderam ver o espetáculo, já que a Lua passou ligeiramente abaixo do disco solar. No entanto, do ponto de vista do satélite GOES-15 a Lua invadiu o disco solar, criando um eclipse igual aqueles vistos aqui da Terra. Se passasse exatamente na frente do Sol teríamos um eclipse total e por alguns minutos o Sol seria obscurecido pelo nosso satélite. 
Veja vídeo:



Fonte:
  
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Sonda Voyager 1 é primeiro objeto a sair do Sistema Solar

A sonda norte-americana Voyager 1, lançada em 1977, saiu do Sistema Solar, tornando-se assim o primeiro objeto enviado pelo homem entrar no espaço interestelar (região do espaço que fica fora do Sistema Solar).

Segundo cálculos publicados pela revista Science e confirmados pela Agência Espacial Norte-Americana (Nasa), a sonda abandonou o Sistema Solar há mais de um ano, em agosto de 2012. “Agora que temos estes novos dados essenciais, pensamos que a humanidade deu um passo histórico ao entrar no espaço interestelar”, explicou Ed Stone, responsável científico da missão no Instituto de Tecnologia da Califórnia.

Novas análises às densidades do plasma em torno da nave revelaram-se similares às densidades que se encontram na região interestelar previstas nos modelos, segundo os pesquisadores da Universidade de Iowa, que divulgaram o seu estudo no site da internet da revista norte-americana Science.

De acordo com os astrofísicos, a Voyager, que se encontra a mais de 18 bilhões de quilômetros do Sol, saiu da heliopausa, a zona fronteiriça do sistema solar, para entrar no espaço interestelar por volta do dia 25 de agosto de 2012.
“Saltamos das nossas cadeiras quando constatamos essas oscilações nos nossos dados, pois elas mostram que a nave se encontra em uma região totalmente nova, conforme com o que se pode esperar no espaço intersideral e completamente diferente da heliosfera, a bolha formada pelos raios solares”, explica o pesquisador da Universidade de Iowa, Don Gurnett. “Atravessamos claramente a heliopausa, a região fronteiriça entre o plasma solar e o plasma interestelar”.

O momento histórico ocorreu em maio a controvérsias nos últimos meses. Dois estudos publicados este ano - o último em agosto, baseado em outros dados – tinham concluído que a sonda saiu do Sistema Solar no ano passado, mas a Nasa considerou as investigações inconclusivas. Elas sustentavam-se em uma forte e súbita diminuição das partículas emanadas do Sistema Solar e em um crescimento da irradiação galáctica indicada pelos instrumentos da nave espacial.

A duração de vida das duas sondas Voyager, lançadas em 1977 com um mês de intervalo e que avançam a uma velocidade de 55 mil quilômetros por hora, não devia ultrapassar os cinco anos, mas elas ainda estão em bom estado de funcionamento. As câmaras das sondas foram apagadas para economizar a bateria de plutônio, que deverá se esgotar por volta de 2020.

O programa de exploração Voyager tinha por objetivo o estudo dos planetas do sistema solar. As Voyager 1 e 2 sobrevoaram Júpiter, Saturno, Urano, Neptuno e 48 das suas luas. As informações recolhidas pelos nove instrumentos de bordo de cada uma das sondas fizeram delas a missão de exploração do Sistema Solar mais bem sucedida cientificamente de toda a história espacial.
Fonte: Agência Brasil
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