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Terremoto no Haiti foi causado pelo deslizamento de placas tectônicas.




O mundo presenciou na noite do dia 13 de janeiro uma das mais impressionantes forças da natureza, materializada na forma de um poderoso terremoto de 7.0 graus de magnitude ocorrido no sul da Ilha de Hispaniola, próximo a Porto Príncipe, no Haiti.

O abalo ocorreu às 19h53 pelo horário de Brasília (17h53 hora local) e foi localizado10 km abaixo do nível do mar, sob as coordenadas 18.45N e 72.44W, aproximadamente a 15 km do sudoeste de Porto Príncipe e 145 km a oeste-noroeste de Barahona, na República Dominicana. Devido às características do tremor, o Centro de Alertas de Tsunamis do Pacífico emitiu alerta de ondas gigantes para a Região do Caribe, mas uma hora depois foi suspenso.

Dezenas de aftershocks (réplicas que ocorrem após um terremoto de grande porte) foram registradas logo após o evento, com 33 terremotos registrados nas 10 horas seguintes, um deles medindo 5.9 graus de magnitude.

Placas tectônicas
O terremoto que ocorreu no Haiti foi provocado pelo deslizamento e compressão entre as placas tectônicas norte-americana e caribenha. Ali, a placa caribenha se move em sentido leste a 20 milímetros por ano com relação à placa superior. Além do deslocamento entre as duas placas, o local em que ocorreu o sismo é também compartilhado por outro sistema de falhas, composto pela falha Setentrional ao norte do Haiti e a falha Enriquillo-Plaintain, no sul do país, que também apresentam movimentos de escorregamento e compressão entre si à razão de 7 milímetros por ano.
Fonte: Apolo11.com
Artes: No topo, gráfico mostra o sistema de placas que atua sobre a região de Hispaniola, responsável pelo terremoto no Haiti. Na sequência, sismograma do evento, como registrado pela estação da Universidade federal do Rio Grande do Norte. Acima, mapa mostra a grande quantidade de tremores que a região de Hispaniola está sujeita. Apesar da grande quantidade de eventos, o sismo de 7.0 graus é o maior já registrado nos últimos 200 anos naquela região. Créditos: Apolo11.com/USGS/UFRN.

Tremor de terra no RN

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O abalo sísmico que atingiu três cidades do Rio Grande do Norte no início da tarde desta segunda-feira (11) refletiu em Pernambuco e Paraíba, informou o Observatório Sismológico da UnB (Universidade de Brasília). De acordo com o centro, apenas as pessoas que estavam em prédios e pontos altos das cidades sentiram o tremor. Em Taipu, João Câmara e Natal, no Rio Grande do Norte, o abalo foi de 4,3 graus na escala Richter e não compromoteu as estruturas das construções das cidades.

Os moradores do Rio Grande do Norte, sentiram o tremor de terra por volta das 13h54. De acordo com relatos de moradores da capital potiguar, as pessoas ficaram assustadas com o tremor de terra. Momentos depois, segundo o observatório da UnB, foi a vez de quem estava em prédios em Recife e na Paraíba sentir o abalo.
Segundo Diogo Farrapo Albuquerque, analista de sinal sísmico da UnB, apesar de o tremor ter sido forte, não houve abalo nas estruturas das construções das cidades atingidas. Nos três estados, o tremor de terra fez com que objetos vibrassem ou caíssem no chão. Como explica Albuquerque, o tremor de terra foi causado pela reativação de uma falha geológica no Taipu.

- É como uma rachadura no solo, onde as partes se atritam. Quando chegam ao seu limite, acontece o abalo sísmico.

Esta é a segunda vez em três dias que acontece um abalo sísmico no RN. No último sábado (9), um tremor de 2,7 graus na escala Richter atingiu João Câmara. Moradores relataram que as telhas das casas chegaram a se mexer. ( Veja mapa acima)
Entenda o que é e para que serve a escala Richter

A escala Richter foi criada em 1935 pelo americano Charles Richter e mede a magnitude dos terremotos, ou seja, calcula a energia liberada pelas movimentações da terra. Os aparelhos chamados sismógrafos captam as movimentações da terra com seus pequenos pêndulos fixos em uma base de concreto e “desenham” linhas que representam a oscilação terrestre.

O total registrado é transformado em números e frações decimais. A escala Richter não tem valor máximo e cada número inteiro a mais significa que a energia liberada pelos movimentos da terra foi 31 vezes maior que o índice anterior – de dois para três, por exemplo, há 31 vezes mais energia liberada.
Fonte: http://noticias.r7.com/noticias.html

Robô Spirit comemora o sexto aniversário atolado em Marte.


Neste último dia 3 de janeiro o robô Spirit fez mais um ano de vida, agora são 6 anos, é uma pena que neste aniversário o robozinho se encontra atolado em solo marciano à nove meses atras as rodas do Spirit atolaram em um solo arenoso e fofo de uma planície chamada Troia, são intenso os esforços dos cientistas para retirar o nosso amiguinho de lá, no entanto, ainda não deu para movimentar as rodas, agora os cientistas estão reocupados com o robô pois o local onde ele se encontra estará no inverno logo logo e como sabemos que o inverno marciano é intenso e frio o Spirit pode não aguentar, pois suas placas solares não irão captar energia suficiente do sol para que haja um aquecimento do sistema operacional do robô.
O protótipo foi lançado para realizar uma missão de 90 dias e até hoje ainda se encontra em operação, é realmente um robô de impressionar, os engenheiros e cientistas que cuidam da manutenção do robô temem pelo que pode acontecer mas não perderam a esperança de desatolar o Spirit, como já dissemos o robô já impressionou a comunidade científica e pode ainda impressionar saindo desta fria.
Algumas panes no robô já foram listadas em 2006 a roda direita frontal deixou de funcionar e a 1 mês atras foi a vez da roda traseira dianteira travar, no entanto sem que a NASA esperasse a roda direita frontal voltou a funcionar e neste momento enquanto você lê o artigo cientistas estão tentando direcionar as placas solares em direção ao sol para que o robô resista ao inverno rigoroso de Marte.
"Com o atual ritmo de acumulo de poeira, colocar os painéis em zero de inclinação é fundamental para converter energia para os aquecedores de sobrevivência durante o inverno", disse a engenheira Jennifer Herman, responsável pelos sistemas de energia do Spirit e ligada ao Laboratório de Propulsão a Jato, da Nasa, JPL.
Foto: Nasa/Jet Propulsion Laboratory

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